Instituto de Ciência Política - IPOL

Professores Voluntários

Suely M. V. G de Araújo
Rafael Silveira e Silva
Rodrigo Luz
João Henrique Pederiva

Revista Brasileira de Ciência Política

Informações Básicas

 

Revista Brasileira de Ciência Política é uma publicação quadrimestral do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília.

Iniciada em 2009, com periodicidade semestral, a Revista Brasileira de Ciência Política tornou-se quadrimestral em 2012. Sua ambição é fomentar o debate científico, estabelecendo-se como um espaço de reflexão plural e abrigando estudos sobre o fenômeno da política – de cientistas políticos, mas também de sociólogos, antropólogos, historiadores, comunicólogos – que partam de diferentes perspectivas teóricas e metodológicas.

A abreviatura de seu título é Rev. Bras. Ciênc. Polít., que deve ser usada em bibliografias, notas de rodapé e em referências e legendas bibliográficas.

 

Fontes de indexação

 

Os artigos publicados na Revista Brasileira de Ciência Política são indexados ou resumidos por:

  • Scientific Electronic Library Online - SciELO
  • Sistema Regional de Información en Línea para Revistas  Científicas de América Latina, el Caribe, España y Portugal - Latindex
  • Sumários de Revistas Brasileiras - Sumários

 

Propriedade intelectual

 

Os direito autorais dos artigos publicados pertencem às Revista Brasileira de Ciência Política, que, no entando, permite a republicação desde que autorizada pelos autores e citada a publicação original.

 

Patrocinadores

 

A publicação da Revista Brasileira de Ciência Política conta com o apoio financeiro do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).


História

A história do Instituto de Ciência Política (IPol) da Universidade de Brasília é uma história de inovações, de pluralismo e de expressivas contribuições para o ensino e a pesquisa na Ciência Política. Desde os primeiros passos rumo à implantação do Instituto, a Universidade de Brasília vem desempenhando um papel fundamental no processo de institucionalização da Ciência Política como disciplina acadêmica no Brasil.

O processo de consolidação da Ciência Política enquanto área específica do conhecimento na Universidade de Brasília remete à década de 1970, quando foi criado o Mestrado em “Sociologia do Desenvolvimento” (1970), ligado à linha de pesquisa de “Sociologia Política” do então Departamento de Ciências Sociais. Gláucio Soares, Alexandre Barros, José Carlos Brandi e David Fleischer foram alguns dos professores à frente deste primeiro movimento rumo ao processo de consolidação da Ciência Política na UnB. Estes e outros docentes eram responsáveis por ministrar disciplinas do Mestrado em Sociologia do Desenvolvimento, bem como disciplinas da graduação para estudantes que optavam pela habilitação em Ciência Política, no quadro do programa de bacharelado em Ciências Sociais.

Em 1976, a criação do Departamento de Ciência Política e Relações Internacionais, vinculado ao Instituto de Ciências Humanas, marcou outra etapa crucial no processo de institucionalização disciplina. O Departamento de Ciência Política e Relações Internacionais abrigava um programa de graduação em Relações Internacionais (criado em 1974) e organizava a oferta de disciplinas de Relações Internacionais e de Ciência Política para a graduação.

A partir de 1984, o Departamento de Ciência Política e Relações Internacionais passou a abrigar dois programas de Mestrado, o que denota o caráter inovador da instituição, visto que se  tratava então do primeiro Mestrado em Relações Internacionais a ser implantado no Brasil e um dos primeiros  Mestrados em Ciência Política do país.

No início dos anos 1980, o Departamento de Ciência Política e Relações Internacionais, até então vinculado ao Instituto de Ciências Humanas, passou a integrar a Faculdade de Estudos Sociais Aplicados (FA), inaugurada no dia 22 de abril de 1982.

 Na segunda metade da década, o Departamento de Ciência Política e Relações Internacionais conheceu uma expansão quantitativa e também alcançou significantes melhoras no plano qualitativo. Dois grandes fatores contribuíram para inovações substanciais do Departamento no âmbito do ensino e na pesquisa. Primeiramente, duas doações da Fundação Ford foram recebidas entre 1987 e 1989. Tais doações foram sobretudo empregadas na promoção de eventos acadêmicos, investimentos em tecnologia e aumento do acervo da Biblioteca Central (BCE) da Universidade na área de Ciência Política e Relações Internacionais. O segundo fator foi a criação do primeiro bacharelado pleno em Ciência Política no Brasil, em 1989. Assim, a segunda metade dos anos 1980 foi um período de investimentos e de mudanças acadêmicas expressivas.

Em 1994, através de uma decisão do Conselho Universitário (CONSUNI) foram criados dois departamentos distintos: Departamento de Ciência Política e o Departamento de Relações Internacionais. Estes dois novos departamentos foram então abrigados pelo Instituto de Ciência Política e de Relações Internacionais. Tal organização foi mantida até o início da década de 2000. Em 2002, foi dissolvido o Instituto de Ciência Política e Relações Internacionais, dando assim lugar a dois novos e independentes institutos: o Instituto de Ciência Política (IPol) e o Instituto de Relações Internacionais (IREL).

Pelo atual Instituto de Ciência Política passaram estudantes que hoje se destacam tanto na iniciativa pública quanto na privada, atuando como pesquisadoras/es, professoras/es, gestoras/es, assessores/as parlamentares etc.

O IPol se consagra hoje como um dos mais importantes e inovadores institutos de ensino e de pesquisa em Ciência Política do país. O Instituto mantém sua tradição de excelência acadêmica no ensino e na pesquisa, privilegiando uma abordagem plural da Ciência Política. Seu quadro de professores/as é composto de profissionais advindos/as de diversas instituições brasileiras, assim como professores/as formados em outros países.

Desde a graduação, passando pelas especializações, Mestrado e Doutorado (este último, implantado em 2008),o IPol privilegia uma formação acadêmica rigorosa e diversificada. Inúmeras atividades de pesquisa e de extensão são semestralmente incentivadas e levadas a cabo pelo Instituto. Os grupos de pesquisa do IPol se organizam em diversas áreas da Ciência Política. São eles: o Grupo de Pesquisa sobre Democracia e Desigualdades (Demodê); o Laboratório de Pesquisa em Comportamento Político, Instituições e Políticas Públicas (LAPCIPP); o Grupo de Pesquisa “Cidadania,  Identidades e Valores Políticos” (CIVES); e o grupo de Pesquisa “Repensando as Relações entre Sociedade e Estado” (RESOCIE).

O IPol conta também com o Programa de Educação Tutorial em Ciência Política (PET/Pol, criado em 1992), os projetos de extensão “Política na Escola”, “Projeto POLITEIA” e “E eu com isso?” e a empresa júnior de consultoria política Strategos.

Além das diversas atividades de ensino, pesquisa e extensão realizadas no âmbito do IPol, o Instituto também publica quadrimestralmente a Revista Brasileira de Ciência Política, publicação classificada como estrato B1 No Qualis CAPES.

Secretaria

Coordenação

Profª. Graziela Dias Teixeira

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Núcleo Docente Estruturante

Profª. Graziela Dias Teixeira

Profª Débora Rezende

Prof. Aninho Irachande

Prof.André Borges

Prof.Terrie Groth

Prof. Carlos Machado

 

Secretaria

Horário de Atendimento

Das 08 às 18 horas.

 

Assistente da Direção

Dina Almeida

Telefone: 3107-2201

 

Assistentes Administrativo

Fábio Junio Sousa

Gizelle Sousa de Paula

Yuit Odaguiri

Telefone: 3107-2204 / 2202

 

TÉCNICO EM AUDIOVISUAL

Edimilson Camilo da Silva

 

 

 

Política na Escola

O “Política na Escola” é um projeto de extensão de ação contínua vinculado ao Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília. Nesse projeto são desenvolvidas atividades que abordam assuntos como política, participação, democracia, direitos, entre outros, junto a crianças, em seu ambiente escolar. Desde 2004 o projeto atua em cidades do entorno do Plano Piloto, como Ceilândia e Taguatinga. A partir do ano de 2010, as atividades passaram a se concentrar na Cidade Estrutural.

O público-alvo é composto por crianças, em geral entre nove e doze anos. Esta faixa etária foi escolhida por ser a fase de desenvolvimento na formação dos conceitos morais do indivíduo e o intuito do projeto não é ensinar conteúdos, mas construir, junto com as crianças, uma nova postura diante da política. Com a consciência de que as aulas expositivas cansam facilmente estudantes nessa idade, procura-se sempre planejar encontros lúdicos e participativos, com dinâmicas, histórias em quadrinho e teatros.

Uma das maiores preocupações é não doutrinar as crianças segundo as crenças políticas dos membros do projeto, devido à concepção de não existir uma única opinião correta e as atividades propõem aos estudantes reflexão, para encontrar suas próprias explicações sobre o mundo político que os rodeia. Recorrentemente as crianças apresentam soluções e visões de mundo inovadoras, permitindo uma troca de aprendizado e formação de saber entre educando e educador.

Nesse sentido, a extensão se distingue totalmente do assistencialismo. Como estudantes universitários, os membros do projeto não se consideram detentores da um saber superior, consolidado na universidade a ser compartilhado com a comunidade. Ao contrário, valorizam toda forma de saber e saber-fazer como igualmente válidas e vemos a extensão como uma via de mão dupla na qual se trocam ideias e experiências.

Quanto ao enfoque temático, trabalha-se o aspecto não institucional do agir político. Dessa forma, embora sejam abordados assuntos como eleições e representação, o enfoque principal está na política do cotidiano, no sentido em que todos são agentes políticos e têm capacidade de interferir no meio social em que estão inseridos.

O projeto “Política na Escola” é aberto a todos (as) os (as) estudantes da Universidade de Brasília, independente do curso, e realiza atividades durante o semestre. Contudo, o acompanhamento do ano letivo das crianças, torna a experiência extensionista mais rica. As reuniões são semanais (geralmente às sextas-feiras, na Faculdade de Estudos Sociais Aplicados - FA), intercaladas de encontros com as crianças na própria Cidade Estrutural. Desse modo, os alunos podem discutir internamente os encontros com as crianças e o projeto se mantém ativo toda semana. No ano de 2012 o projeto trabalha com 150 crianças e conta com a participação de 30 alunos.

Acesse aqui o Site do Projeto Politica na Escola...

 
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